E assim nasceram os cadernos de vestibulares…

Charge para o Jornalistas & Cia

PS: Que nenhum advogado me processe por essa…

O Jornal da Tarde que fez escola e marcou época nos seus primeiros anos de vida, no início da década de 1970, era uma usina de inovações, alimentada por um grupo de excepcionais profissionais. Era uma redação que não tinha medo de ousar, de apresentar novidades, de incorporar ao dia-a-dia dos paulistanos coisas incomuns, sobretudo na prestação de serviços – item até então praticamente desconhecido de jornais e leitores.

Num dia qualquer, o então repórter Celso Kinjô chegou à redação e foi chamado pelo chefe de Reportagem Ulysses Alves de Souza, o Uru, que lhe pediu: “Hoje vai ser divulgada a relação de aprovados no vestibular da Faculdade de Direito São Francisco. Vá até lá e traga essa lista, que vamos publicar no jornal”. Kinjô tentou contestar que aquilo não era uma coisa de grande interesse jornalístico, mas foi vencido pela determinação de Uru em ter a tal lista e lá foi ele para o Largo São Francisco atrás dela. Tinha a vantagem de ser bem perto, já que naquela época o Grupo Estado ficava na rua Major Quedinho, no Centro de São Paulo, a poucas quadras da Faculdade.

Lá chegando, Kinjô procurou a Secretaria da Faculdade para pedir a lista (vale lembrar que naquele tempo não havia computador ou quaisquer dessas facilidades de reprodução que temos hoje). A atendente fez cara de estranhamento, mas disse que somente o secretário tinha autoridade para ceder a lista. Kinjô pediu para falar com ele. Daí a pouco chegou um senhor maginho, quase tão velho quanto as famosas arcadas da faculdade, a quem repetiu a solicitação.

– Não! – declarou o secretário com veemência.

– Posso saber a razão? – perguntou Kinjô.

– Ninguém, fora os próprios candidatos, tiem interesse nessa lista. E eles, como acontece todos os anos, vão passar pela Faculdade para ver a lista afixada no mural a fim de saber se foram ou não aprovados – sentenciou o secretário

Kinjô ainda argumentou com seu interlocutor de que estava ali cumprindo uma determinação do chefe de Reportagem, que não poderia voltar ao jornal de mãos abanando, que aquela era uma iniciativa nova do JT, de prestação de serviços aos seus leitores (muitos deles oriundos da própria Faculdade ou com filhos ali concorrendo a uma vaga), mas o velhinho se manteve irredutivel. A única coisa que conseguiu arrancar dele foi a seguinte frase:

– Se você quer a lista e o seu jornal exige isso de você, vá lá no pátio e copie! Eu não vou dar a você e ao seu jornal lista nenhuma! Não vou me prestar a ser co-responsável por uma coisa inútil!

Sem alternativa, lá foi Kinjô para o pátio, copiar a lista. Copiou um, dois, três, quatro nomes, mas quando chegou ao décimo desistiu. Eram cerca de 500. Nem que ficasse a tarde toda lá conseguiria, além de ter que datilografar tudo novamente quando chegasse ao jornal.

Voltou de mãos vazas, para inconformismo de Uru, que considerou aquela atitude de uma prepotência sem igual. Mas decidiu que, a partir dali, aquele seria de fato um serviço que o jornal prestaria aos seus leitores e à comunidade.

Tempos depois, o JT começou a publicar a relação de aprovados nos principais vestibulares do País, no que logo foi seguido por outros veículos, ganhando, com esse serviço, não só nas vendas avulsas de exemplares mas também publicidade de muitas escolas.

Salão de Humor do Piauí

Foi divulgado hoje o resultado do Salão Internacional de Humor do Piauí, um dos mais importantes e tradicionais salões de humor do Brasil.

Tive a felicidade de ser um dos cartunistas selecionados com o trabalho abaixo, o tema deste ano era trânsito:

O demais selecionados, bem como o vencedor, podem ser conferidos no link abaixo:

http://www.oinfernosaoosoutros.com/2010/08/salao-de-humor-do-piaui-enfim-divulgado.html

Infelizmente, nem tudo são flores. O Salão parece se encontrar em uma situação preocupante por conta do calote de um político que não entregou a verba prometida para a realização do evento como afirma a organização. O texto explicando o caso também está disponível no link acima. Ê Brasil…

A coisa tá russa

Charge para o Jornalistas & Cia

Durante uma viagem que fez para Moscou ao lado de sua esposa, Heródoto Barbeiro, autossuficiente, recusou o guia que ia acompanhá-los pela cidade, pois “ele só vai mostrar os pontos turísticos, e a gente quer conhecer a alma do povo, a Moscou que o turista não vê”.

Diante do temor de Walquiria, sua esposa, de que não conseguissem voltar ao hotel, ele copiou diligentemente o que estava escrito na fachada, naquelas ininteligíveis letras do alfabeto cirílico, e com absoluta segurança guardou o papel no bolso.

O casal passeou livremente por Moscou, curtiu bastante e, na hora de voltar, entrou num táxi. Heródoto disse ao motorista que queria ir para o hotel e, triunfante, entregou o papelucho com as letras cuidadosamente desenhadas.

O motorista não entendeu, olhou o papel, sacudiu a cabeça e desandou a falar em russo, fluentemente – o que, por sinal, em Moscou, não é de espantar.

Montada a confusão, Heródoto irritando-se e apontando com insistência o papel, o motorista optou por deixar o carro com os dois lá dentro e voltou pouco depois, acompanhado de um taxista que falava  inglês. Este finalmente conseguiu explicar ao casal que não havia nome de hotel nenhum no papel, onde Heródoto escrevera em russo a seguinte frase: “O hotel está lotado, não há vagas”.
 

Pappy the Duke

Algumas páginas de uma HQ de western curtinha de oito páginas que acabei de desenhar. O roteiro é de Marcelo Saravá.

O Rei Ubu e o Príncipe

Charge para o Jornalistas & Cia

Em 1993, os brasileiros foram mobilizados para o plebiscito sobre Presidencialismo ou Parlamentarismo. Ao mesmo tempo, o País deveria responder se queria ou não a volta da Monarquia.

O príncipe Dom  Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, segundo na sucessão ao trono caso a monarquia fosse restaurada, visitava o estúdio da CBN.

Há poucos quilômetros da rádio, havia performance de atores e o diretor de teatro Cacá Rosset, na pele do personagem Pai Ubu, declarava-se rei e concedia a Jacinto Figueira Júnior, o Homem do Sapato Branco, do programa Aqui Agora, o nobre título de Marquês do SBT. Ao final da manifestação,Wagner Sugameli, agitador cultural e integrante do grupo de Cacá queria saber se era possível aos atores um contato com o príncipe. Não viram problemas, porque a proposta era discutir questões culturais com o representante da Casa Real Brasileira.

De repente, instalou-se o caos na redação e uma multidão quebrou a monotonia do ambiente. Cacá Rosset chegou com seu pessoal trazendo nas costas um imenso urubu negro. Uma bandinha tocava na porta da rádio e Sugameli, incorporando um “conde”, anunciava que o Rei Ubu exigia encontrar-se com o futuro rei do Brasil. Dom Bertrand, assustado, pedia, com toda elegância, que eu evitasse aquele constrangimento. Mauro Wu, assessor de imprensa do príncipe, desesperado, ia de um lado ao outro da redação, empunhando um guarda-chuva e gritando.

Wu, descendente de chineses, perdeu a calma oriental e, tomado de fúria, decidiu enfrentar a “corte” do Rei Ubu. Abriu o guarda-chuva para proteger o príncipe, naquele momento assediado pela “comitiva real ubusiana”, e tentou caminhar em direção à saída. O pessoal da segurança agiu rápido e o príncipe conseguiu sair discretamente pelas escadas, enquanto a confusão aumentava.

Enquanto Rei Ubu lamentava o frustrado “encontro diplomático entre dois chefes de Estado”, o furioso Mauro Wu permanecia atracado com o “conde”. O assessor tentava impedir que o “exército” do Rei Ubu acompanhasse os passos do príncipe. O “conde” Sugameli, vendo que não dava mais para ir ao encontro do visitante, começou a protestar contra a arbitrária interferência de Wu e aos berros dizia que o assessor estava abusando dele, um homem noivo, que não poderia ser apalpado. Foi a gota d’agua para que Mauro Wu o espremesse contra uma porta de vidro.

Com Dom  Bertrandd longe do “campo de batalha”, sobraram os “súditos” do Rei Ubu, correndo, agora, rumo à 1ª Delegacia de Polícia, onde registraram um boletim de ocorrência denunciando a “incompreensível” reação de um dos principais assessores do príncipe.

Bola quadrada, pé furado

Charge para o Jornalistas & Cia

 

Na redação do Estadão, no final da década de 1970, o pessoal fazia algumas brincadeiras para ajudar a aliviar o stress do corre-corre dos fechamentos. Um destas brincadeira consistia em pegar uma lista telefônica, embrulha-la com folhas de jornal e transformá-la em’bolas’ de futebol. Quando alguém chegava da rua era então apanhado de surpresa com o grito: “Lá vai bola!!!!”. E tinha que se virar para devolver de primeira ou esquivar-se para evitar a pancada.

Numa certa noite, a brincadeira virou desgraça.

Renato Lombardi chegou da rua com o seu material de polícia e foi discuti-lo com Luiz Carlos Ramos, o “Barriga”. Terminada a conversa, ele caminhou para sua mesa a fim de escrever a matéria. Àquela altura, dois jornaslitas, Chico Ornellas e Julinho Mesquita, já estavam posicionados ao lado do armário, conversando dissimuladamente. Quando “Lomba”, vítima costumeira da dupla, chegou perto, viu o embrulho voar na sua direção. Não teve dúvidas. Recorreu ao sua habilidade como centroavante do time da redação e tratou de devolver o torpedo com uma vigorosa bicuda. Resultado do desastre: seu sapato de camurça atravessou a redação e derrubou tudo que aparecia em sua frente…

Ilha da Trindade

Há algum tempo venho desenvolvendo para a Marinha do Brasil uma hitória em quadrinhos para uma cartilha educativa sobre a Ilha da Trindade e o Arquipélago Martin Vaz. O trabalho se encontra na fase final agora e futuramente será distribuida gratuitamente em escolas para informar a criançada sobre o lugar onde o sol ilumina primeiro o Brasil que também é o maior berçário de tartarugas verdes do mundo, a Amazônia Azul e a construção da Estação Científica ECIT.

Seguem abaixo algumas imagens deste trabalho:

O grande furo

Charge para o Jornalistas & Cia

Em 1979, Marco Rossi trabalhava no jornal O Dia, de São Paulo, um diário criado por Adhemar de Barros nos idos dos anos 50, e que já tivera seus dias de glória. Na época, o jornal mantinha bravamente a sua periodicidade, mas tinha uma redação bem enxuta. Na verdade, eram dois: Rossi – o foca – e o editor Luís Feite Mota, que também trabalhava como repórter-fotográfico na Secretaria dos Transportes do Estado de São Paulo.

O diretor, Augusto de Oliveira, ex-chefe de impressão do jornal de Adhemar de Barros, tinha lá suas ligações com o então recém-eleito (pelo Colégio Eleitoral) governador Paulo Maluf. E foi por conta dessa relação que Rossi acabou escalado para cobrir um Governo Itinerante que tinha como destino a cidade de Presidente Prudente, no Oeste paulista.

Para quem não sabe, a ideia do Governo Itinerante até que era interessante; consistia na transferência do Governo do Estado, com todos os seus secretários, para uma grande cidade do interior e ali, por dois ou três dias, todos os prefeitos da região eram recebidos e despachavam suas demandas diretamente com as autoridades da comitiva. O transporte utilizado à época era o trem e como a imprensa convidada para a cobertura seguia com despesas pagas pelo Governo, o projeto acabou apelidado, pela própria imprensa, de “Trem da Alegria”.

Mas o detalhe desta ida para Presidente Prudente era que o diretor, Augusto de Oliveira, amigo do governador (ora bolas!), seguiria com Rossi. Responsabilidade dobrada.

Em vez de usar bloco e caneta, como a maioria dos seus colegas de jornalismo impresso, Rossi preferiu lançar mão de um gravador! Um espetáculo da tecnologia, mas naquela época nada prático, pois era grande e pesado, apesar de ser chamado de “portátil”. O microfone era ligado ao aparelho por um fio bem curtinho, o que significa dizer que para ter os detalhes dos discursos do governador Maluf Rossi se via diante do dilema de ou prender a mala entre as pernas, segurar o gravador com uma mão e o microfone com a outra, enquanto se equilibrava no meio de uma multidão (sim, porque a cada parada juntava-se uma multidão de pessoas em torno dele), ou largava tudo para trás e se concentrava em manter-se em pé, segurando apenas o gravador e o microfone (aquele de fio curtinho). Em qualquer dos casos era um desafio daqueles para um pobre foca, tanto é que quase nada conseguiu gravar dos pronunciamentos do governador naquelas concorridas e espremidas paradas.

No caminho de volta para São Paulo, Rossi soube, nos bastidores do restaurante do trem, que o governador faria uma última parada, não programada, na cidade de Lins! Ali estava seu primeiro furo de reportagem: ficou sabendo antes de todos daquela parada, quando certamente haveria mais um concorrido discurso. Eele precisava traçar uma estratégia que o colocasse ao lado do governador, quase que pregado nele, e antes de todos os seus colegas que até ali viajavam distraída e confortavelmente no vagão dos jornalistas. Daí veio a ideia: quando o trem começasse a parar na estação, ele desceria na plataforma, com o trem ainda em movimento, e se colocaria diante da porta do último vagão, o do governador. Assim, quando a porta se abrisse, lá estaria Rossi, ao lado do Maluf, pronto para gravar todas as suas palavras além do “meus queridos amigos da cidade de Lins”. Preparei seu tijolinho – vulgo gravador – e quando o trem se aproximava da estação se posicionou ao lado da porta do vagão onde estavam dois seguranças da Fepasa (Ferrovias Paulistas S.A.).

Era um momento de grande tensão, o primeiro furo da vida de Rossi… e foi! Com o trem quase parando, virou para um dos seguranças e perguntou: “E aí? Dá pra descer?”. No que ele respondeu: “Dá sim, mas cuidado para não cair”. Com a assertividade de um repórter investigativo, foi direto e firme: “Pode deixar…” E colocou o pé na plataforma…. aliás, o pé errado e acabou levando um baita tombo – ele e o seu gravador (aquele do fio curtinho) – rolando por metros afora, como um charutinho!

Quando se levantou, obviamente com o sapato todo esfolado e a calça rasgada no joelho, o trem já havia parado, o governador havia descido e aquela tal multidão, que eu nunca havia conseguido romper, já estava à volta do Maluf.

Sr. Franqueza

Charge para o Jornalistas & Cia

A charge desta semana é sobre Arlindo Piva, que faleceu aos 76 anos no ano passado.

Defini-lo como excêntrico, estranho, irritadiço, intempestivo é revelar meias verdades. Era tudo isso e muito mais. Não teve estudo formal, mas sabia mais sobre as coisas da vida do que muito graduado. Repórter de Turismo da Folha de S.Paulo, viajou o mundo inteiro e de cada canto trouxe casos que encheriam páginas e páginas. Jazz era sua paixão, tocava violão como poucos, mas só para consumo interno e para conquistar mulheres, que o adoravam. Seu incrível ouvido musical era capaz de perceber desafinação até mesmo em Miles Davis, seu ídolo supremo.

Mas talvez sua maior qualidade ou falta dela tenha sido a franqueza, tão espontânea, inesperada e contundente que sempre embaraçava as almas mais delicadas, e até as mais calejadas. Ao chegar para um jogo de dados ao apartamento de um amigo, jornalista e professor na USP, espantou-se com o tamanho do local e, diante da dona da casa, que acabara de conhecer, disse: “Jornalista honesto não pode ter um apartamento como este”.

Sua franqueza teve o momento mais alto, e desastroso, quando, funcionário de imprensa do Governo de São Paulo, acompanhou o governador a uma viagem a Porto Alegre. Depois do coquetel e do discurso final, na saída todos saúdam o governador paulista. Arlindo e o fotógrafo Gil Passarelli, acompanhando tudo, e este, para “fazer média”, diz: “Belo discurso, governador.”

Mas antes da reação do homem procurou a opinião do amigo, e perguntou: “Não é mesmo, Arlindo?” Na frente de todos, Arlindo não se omitiu, e disparou: “Foi bom sim, governador, mas o senhor erra muito no português”.

Perdeu o emprego no palácio, mas não a franqueza, que continuou como sua marca registrada, divertindo e embaraçando amigos e desconhecidos.

Os Pequenos Heróis vem aí!

Um projeto que venho desenvolvendo há um bom tempo junto com o Estevão Ribeiro (Hector e Afonso – Os passarinhos) está finalmente para sair. Trata-se de Pequenos Heróis, uma espécie de homenagem ao gênero de super-heróis onde conseguimos juntar um timaço de novos autores brasileiros.

A belíssima capa abaixo é assinada pelo gente boníssima Davi Calil (MAD) com quem tive o prazer de ter aula na Quanta Academia de Artes e o prefácio do livro foi escrito por ninguém menos que o Sidney Gusman (UniversoHQ, Turma da Monica).

Em um dos mais belos tributos ao gênero de super-heróis já feito no Brasil, personagêns icônicos que há décadas encantam tanto crianças quanto adultos como Super-Homem, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde, Aquaman, Flash, Caçador de Marte e Canário Negro tem sua bravura e grandeza representados em singelas epopéias.

Sem usar uma única palavra sequer nas histórias, Pequenos Heróis mostra como o heroismo pode emergir das ações mais pequenas quando seus valores são tão épicos quanto as grandes realizações dos antigos heróis gregos ou dos super-heróis modernos.

Concebido, roteirizado e editado por Estevão Ribeiro (Hector e Afonso – Os Passarinhos) e co-editado por Mário César (EntreQuadros), que também ilustrou uma das histórias, o álbum conta com a colaboração de novos talentos dos quadrinhos brasileiros como: Vítor Cafaggi (Punny Parker, Valente), Davi Calil (MAD), Raphael Salimena (Linha do Trem, MAD), Fernanda Chiella (In Her Darkest Hour), Jaum (Viajante Jaum), Ricardo Leite (Destino Oeste), Dandi, Emerson Lopes (Laborcine Digital) e Leo Finocchi (Nem Morto).

O heroismo brota em histórias sobre um garoto que resgata a pipa que acabara de fazer para seu irmão caçula, um glorioso rei do mar tentando salvar alguém de um afogamento, uma iluminada tropa de amigos que faz de tudo para não deixar uma amiga solitária, uma relação de amor e ódio entre duas irmãs, um corajoso cavaleiro nigeriano que luta contra uma fera indomável, um valente e solitário garoto com uma peculiar anomalia, um destemido corredor tentando conquistar o coração de uma garota e uma elétrica garotinha salvando o dia com sua estridente voz.

O álbum tem previsão de lançamento para setembro pela editora Devir.

Formato 16x23cm, 104 páginas, colorido, preço indefinido.